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Já algum tempo, pensava em arrumar neste pequeno e simples espaço
uma forma quase inexplicável de homenagear
o trabalho magnífico e respeitado de Colbert
e como tinha guardado algumas imagens em arquivos perdidos,
resolvi achar em mim mesmo a forma exata
e momento certo para editá-las e dividí-las com vocês em espaço aberto.
E agora que está tudo mais ou menos em ordem ,
vejo que não existe espaço no tempo que seja exato
e que mantenha uma certa ordem,
porque o tempo está sómente presente
no instante em que algum tipo de sentimento se revela.
E creio que o instante agora é este, espero que gostem...
abraços! LUCAS
“Na beira do cais, a pilha de containeres guarda uma carga preciosa.
Empilhados em xadrez, eles se transformam em paredes de um templo.
Tubos de papelão completam a estrutura banhada de luz e música suaves.
O espaço inspira reverência e respeito.
Ele foi criado especialmente para apresentar
as fotografias do canadense Gregory Colbert.
Resultado de treze anos de expedições a países da África e da Ásia.
Gergory Colbert considera os animais
a verdadeira obra-prima da natureza e observa,
capta momentos de harmonia.
Em um balé submerso, o artista mergulha com baleias.
Acompanha o passeio de balsa dos monges entre os elefantes.
São mais de duzentas fotografias ampliadas em papel japonês,
feito à mão. Há também um filme com trechos das viagens do fotógrafo.
Imagens que provocam exatamente
o que ele gostaria de fazer o público sentir,
e mais: deixam nos nova-iorquinos,
moradores de uma cidade tensa e agitada,
uma contagiante sensação de paz.
Vejam e sintam!
Lucas









Escrito por lucas às 18h59
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